Ibuprofeno Arginina 400 Para Que Serve?

Ibuprofeno Arginina 400 Para Que Serve
Alívio da dor leve ou moderada – Cefaleia, nevralgias, dismenorreia (cólica menstrual), pós-cirúrgico dental e dores dentárias, musculares, traumáticas. Ibuprofeno + arginina (substâncias ativas) 600 também está indicado como coadjuvante no tratamento da dor da artrite reumatóide e da osteoartrite e em outras doenças musculares e ósseas que se manifestem com dor e inflamação.

Para que serve ibuprofeno com arginina?

Spidufen Ibuprofeno 400mg + Arginina 370mg Granulado Sabor Damasco para Solução Oral 6 envelopes 3g. Spidufen é indicado para: Alívio da dor leve ou moderada: cefaleia, nevralgias, dismenorreia (cólica menstrual), pós-cirúrgico dental edores dentárias, musculares e traumáticas. Febre e tratamento sintomático da gripe.

Qual o efeito colateral do ibuprofeno arginina?

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) – Dor abdominal, náusea (enjoo), flatulência (gases), cefaleia (dor de cabeça), vertigem ( tontura ), distúrbios da pele e rash cutâneo.

O que a arginina faz no corpo?

4. Promove ganho de massa e combate a fadiga – A arginina é uma grande aliada de atletas e praticantes de atividades físicas, Com a dilatação dos vasos sanguíneos, ela facilita o funcionamento dos músculos e aumenta a resistência durante esforços intensos, combatendo a sensação de fadiga.

É seguro tomar arginina?

CONCLUSÃO – Vemos o quanto é importante o consumo da ureia. Podemos sintetizar este aminoácido, consumi-lo através dos alimentos e suplementos. Atletas que pretende aumentar a resistência e melhorar a oxigenação, a arginina é um ótimo suplemento. Dificilmente você pode ter algum efeito colateral com a suplementação de arginina, mas o uso incorreto pode fazer com que você tenha alguns efeitos, por isso, é importante o acompanhamento de um médico ou nutricionista capacitado, para te auxiliar com a suplementação.

Quais os males que a Arginina pode causar?

posologiaTomar 1 cápsula 2 vezes ao dia. Como precaução, L arginina deve ser tomada de estômago vazio e ao deitar. Advertencias 01. Imagens meramente ilustrativas.02. Nunca compre medicamento sem orientação de um profissional habilitado.03. Pessoas com hipersensibilidade à substância não devem ingerir o produto.04.

Não use o medicamento com o prazo de validade vencido.05. Manter em temperatura ambiente (15 a 30ºC). Proteger da luz do calor e da umidade. Respeitando o prazo de validade indicado na embalagem.06. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças e animais domésticos.07. Mulheres grávidas ou que estão amamentando necessitam de orientação médica para utilizar o produto.08.

Recomendamos a utilização do produto para pacientes de idade adulta.09. O produto deve ser ingerido e não mastigado.10. A suplementação de Arginina não é recomendada para jovens, cujo desenvolvimento ósseo ainda está incompleto.11. O uso prolongado de doses altas pode oferecer riscos para portadores de algumas formas de insuficiência renal ou hepática.

Essas pessoas só devem usar Arginina com supervisão médica.12. Pessoas com infecções virais como herpes não devem tomar suplementos de Arginina, que poderia estimular a multiplicação de certos vírus.13. Pessoas com esquizofrenia devem evitar o uso de mais de 30 mg/dia. O uso de prolongado é contra-indicado, principalmente em altas doses.14.

A eficácia e resultado do tratamento estão diretamente ligados ao uso correto da posologia e dose recomendada pelo médico ou profissional habilitado, deve-se levar em consideração as diferenças de cada indivíduo como, velocidade do metabolismo, doenças crônicas e genéticas, não podendo ser considerado um produto que tenha efeitos iguais em todos os indivíduos.15.

  1. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO”.
  2. Bula L Arginina bula Para que serve? A L-Arginina apresenta-se como um pó cristalino branco e quase inodoro.
  3. A Arginina é um aminoácido produzido pela hidrólise ou digestão de proteínas.
  4. Ela é uma das bases hexonas, e fornece o grupo amidina para a síntese de creatina.

A Arginina também é formada pela transferência de um átomo de nitrogênio de aspartato para citrulina no ciclo da uréia. Ela a seguir perde uréia, para formar Ornitina. A Arginina é usada no tratamento da hiperamonemia e como auxílio-diagnóstico na avaliação da função hipofisária.

  1. O nome químico da L-Arginina é ácido L-2-Amino-5- guanidinovalérico.
  2. A Arginina é um aminoácido alifático essencial ao crescimento infantil, utilizado como suplemento dietético.
  3. Como usar? USO ORAL: As doses utilizadas variam em geral entre 100 a 1000mg.
  4. Outras referências citam doses de 500mg e 6g ao dia, sendo a ultima dosagem aplicada 3g duas vezes ao dia.

Dose usual de 100 a 400mg/dia. A dose preconizada para a liberação do hormônio de crescimento é de 1.200 mg/dia associados a 1.200 mg/dia de Lisina. Esta associação é fundamental para a liberação do hormônio de crescimento (GH). A dosagem de Arginina poderá chegar até 1,5 g para esta aplicação.

USO TOPICO: Indicado 0,25%, para dermatite atópica de pele e couro cabeludo. Aplicada em cremes, xampus e condicionadores (que fazem uso de sua propriedade hidratante também). Precauções: A Arginina deve ser tomada de estômago vazio e ao deitar. Quais os males que este medicamento pode causar? Em altas doses, a Arginina pode causar doenças ósseas e de pele.

Na superdosagem, podem ocorrer náuseas e diarréia aquosa. Doses muito altas de Arginina podem agravar distúrbios mentais em esquizofrênicos. Como funciona? A Arginina estimula a hipófise, aumentando a secreção do hormônio de crescimento; isso explica sua ação queimando gorduras e promovendo o desenvolvimento da massa muscular.

Durante o exercício físico, através de desaminação das proteínas, o organismo produz grande quantidade de amônia. O aumento na concentração de amônia por sua vez produz um aumento de lactato sangüíneo, ocasionando a fadiga muscular. A Arginina e a Ornitina convertem a amônia em uréia (30 vezes menos tóxica) diminuindo, assim, a fadiga muscular.

Contraindicações: A suplementação de Arginina não é recomendada para jovens, cujo desenvolvimento ósseo ainda está incompleto. O uso prolongado de doses altas pode oferecer riscos para portadores de algumas formas de insuficiência renal ou hepática. Essas pessoas só devem usar Arginina com supervisão médica.

Qual a contra indicação de Arginina?

Pessoas com infecções virais como herpes não devem tomar suplementos de Arginina, que poderia estimular a multiplicação de certos vírus. Mulheres grávidas e em fase de amamentação também devem evitar suplementos de Arginina. Pessoas com esquizofrenia devem evitar o uso de mais de 30 mg/dia.

Porque tomar arginina antes de dormir?

Suplementos – Devido ao papel essencial desempenhado por este aminoácido e pelo seu derivado de óxido nítrico numa multiplicidade de processos metabólicos, cada vez mais pessoas estão a recorrer aos suplementos de L-arginina, Tal como acontece com outros suplementos, um consumo responsável de arginina significa saber a dose recomendada e quando se deve tomar.

  • Arginina pré-treino: é frequente que os desportistas tomem entre 3 a 5 gramas de arginina por dia, este protocolo deve-se ao facto de que o aumento do fluxo sanguíneo para os músculos que este aminoácido proporciona leva à rápida reparação dos músculos que foram danificados durante o treino extenuante, acelerando o crescimento muscular.
  • Arginina antes de dormir: se decidires tomar arginina antes de ires para a cama, podes maximizar a produção de hormona de crescimento (CH), proporcionando resultados na melhoria das pernas cansadas, sofridas por aqueles que têm de se sentar ou ficar de pé durante longas horas no trabalho.

Ibuprofeno Arginina 400 Para Que Serve

Quanto tempo a arginina começa a fazer efeito?

A arginina é conhecida por potencializar a responsividade do GH. Estudos prévios demonstraram um aumento na concentração sérica de GH aproximadamente entre 30 e 60 minutos após a administração exógena de L-arginina, seja ela de forma oral ou IV (2,16,17,22).

Pode tomar arginina todo dia?

Melhora da aparência da pele – A arginina auxilia a produção de colágeno e por isso, indivíduos que possuem níveis adequados dos aminoácidos tendem a ter mais fibras de colágeno e, consequentemente, uma pele mais saudável e elástica. Apesar da suplementação de arginina ter diversos benefícios, não se esqueça da importância de uma consulta com profissional para que possa ser indicado a dosagem e a melhor frequência de acordo com o seu objetivo. Ibuprofeno Arginina 400 Para Que Serve A suplementação de arginina pode ser indicada em uma série de casos, como, por exemplo, quando as quantidades do aminoácido através da alimentação estão abaixo das recomendadas. De modo geral, a suplementação de arginina é bastante indicada para atletas e praticantes de atividades físicas que possuem uma rotina de treino frequente e intensa, e que possuem como objetivo o ganho de massa muscular.

  • O suplemento de arginina pode ser encontrado em duas apresentações diferentes: em pó ou em cápsula.
  • Não há uma apresentação que seja considerada melhor que a outra e, por isso, basta escolher a que mais se encaixa com a sua rotina.
  • Em relação a dosagem, geralmente, o indicado é até 3g do suplemento em pó diariamente, que deve ser diluído em água, ou de 1 a 2 cápsulas de 500g até 3 vezes ao dia.

Antes de incluir a suplementação de arginina ou de qualquer outro tipo de suplemento em sua rotina, o recomendado é uma consulta profissional, com nutricionista ou nutrólogo, de modo que seja indicado a quantidade ideal e o modo de uso, para que todos os benefícios possam ser melhor aproveitados, assim como a possibilidade de analisar a real necessidade da suplementação. Ibuprofeno Arginina 400 Para Que Serve A arginina é um tipo de aminoácido bastante recomendado para atletas e praticantes de atividades físicas, já que melhora o desempenho físico. Isso acontece porque a arginina diminui a fadiga muscular e melhora a força, devido à maior síntese de proteínas musculares. Ibuprofeno Arginina 400 Para Que Serve De modo geral, a suplementação de arginina recomendada é de até 3g do suplemento em pó diariamente, que deve ser diluído em água, ou de 1 a 2 cápsulas de 500g até 3 vezes ao dia. Em relação ao melhor horário para o consumo dessa suplementação: antes do treino e antes das principais refeições é o mais indicado. Ibuprofeno Arginina 400 Para Que Serve É importante dizer que a suplementação de arginina pode, apenas, melhorar o desempenho em alguma atividade física devido a síntese proteica, ou a oxigenação para treinos aeróbicos. Portanto, ela não emagrece ou engorda, mas pensando que a arginina melhora o desempenho nos treinos e diminui a fadiga, ela contribui para uma rotina de treinos mais intensa e frequente, o que consequentemente tem relação com o processo de emagrecimento. Ibuprofeno Arginina 400 Para Que Serve Os efeitos colaterais da suplementação de arginina são raros e vistos, na grande maioria das vezes, em caso de superdosagem. Os efeitos podem incluir dor de cabeça, diarreia e câimbras abdominais. Por isso, a orientação do médico ou nutricionista é a melhor maneira de incluir qualquer tipo de suplemento na rotina. Ibuprofeno Arginina 400 Para Que Serve A suplementação de arginina não é indicada para indivíduos que possuem hipersensibilidade ao aminoácido, pessoas com problemas hepáticos, renais, mulheres em período de gestação ou amamentação e pessoas com problemas como herpes, já que o aminoácido pode dificultar o processo de recuperação.

Além disso, pessoas que fazem uso de medicamentos com regularidade devem consultar um profissional para análise de reação negativa. É muito comum que haja dúvidas a respeito das diferenças entre L-arginina e arginina. Porém, na realidade, não há qualquer tipo de diferença. Trata-se da mesma substância, a diferença é que “arginina” é o nome usual, enquanto “L-Arginina” é o nome científico da substância.

A escolha entre um termo ou outro, portanto, é de liberdade das marcas que produzem esse tipo de suplemento, não havendo qualquer diferença de qualidade, de composição, etc. Não existe uma contraindicação, porém, é sempre recomendado que a suplementação de arginina seja recomendada por um médico ou nutricionista.

Como o aminoácido contribui para a prevenção de doenças cardiovasculares que são mais frequentes em pessoas com diabetes, a suplementação de arginina pode, em alguns casos, ser recomendada. De qualquer maneira, é fundamental que a possibilidade de consumo de suplementação de arginina seja avaliada por um médico.

Em relação aos hipertensos, alguns estudos e pesquisas sugerem que a suplementação de arginina pode ser usada como parte de um tratamento de redução de doenças cardiovasculares e endócrino-metabólicas, devido a ação vasodilatadora. Porém, como já ressaltado, a indicação e o acompanhamento devem ser realizados por um médico ou nutricionista.

  1. O suplemento não deve, de maneira nenhuma, ser um substituto de medicamentos.
  2. A arginina é encontrada em diversos alimentos, como: Pão integral, castanha de caju, queijos, castanha do pará, nozes, aveia, cacau, frango, soja, sementes de abobora, lentilha, grão de bico, iogurte, avelãs, amaranto em grãos, uva passa, entre outros.

A melhor maneira de garantir que a suplementação de arginina é de qualidade é adquiri-la com fornecedores de confiança, que trabalhem com marcas reconhecidas e comprometidas com segurança e a máxima qualidade em suplementos. : Arginina – O que é, para que serve e como tomar

O que é arginina no coração?

Este pequeno aminoácido protege o seu coração e os seus vasos sanguíneos As doenças cardiovasculares constituem a primeira causa de morte em todo o mundo, A OMS estima que as mortes causadas pelas doenças cardiovasculares como o enfarte, a angina de peito, o AVC, a hipertensão, etc. correspondem a cerca de um terço do total de mortes ocorridas.

  1. O que torna estas doenças tão mortais é o facto de afectarem os órgãos vitais, mas também o facto de – muitas vezes – serem descobertas demasiado tarde ou por mero acaso em pessoas aparentemente saudáveis.
  2. É portanto indispensável proteger e reforçar o seu sistema cardiovascular da forma mais eficaz e o mais cedo possível.

É isso mesmo que permite a arginina – um simples pequeno aminoácido – que, por um mecanismo complexo, protege o seu coração e os seus vasos sanguíneos.

Gases de escape benéficos para os seus vasos sanguíneos? O seu coração é como que o motor do seu corpo e o seu sangue é uma espécie de carburante nutritivo que alimenta todos os seus órgãos vitais e garante que todos têm os meios necessários para funcionarem normalmente. Conseguiram, nomeadamente, compreender de que forma as células endoteliais que cobrem as paredes internas dos vasos sanguíneos produzem de forma natural óxido nítrico, Arginina: a chave para a boa dilatação dos vasos sanguíneos A arginina é portanto a matéria-prima a partir da qual é produzido o óxido nítrico. Em 2004, o Journal of Nutrition da American Society for Nutritional Sciences levou a cabo uma vasta revista dos estudos científicos realizados sobre a arginina e a importância do papel que desempenha, Ficou demonstrado que a arginina :

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Para uma saúde ideal, os constituintes vitais do seu sistema cardiovascular – coração, sangue, artérias, veias e capilares – devem trabalhar juntos. A chave do funcionamento ideal deste sistema complexo é a circulação sanguínea. Para que o seu sangue possa circular com fluidez e boa velocidade por todo o seu corpo, é preciso que os seus vasos sanguíneos estejam perfeitamente dilatados, ou seja, suficientemente abertos para permitir que o fluxo sanguíneo se faça sem entraves.

  • Em 1998, os investigadores americanos F.
  • Furchgott, F.
  • Murad e J.
  • Ignarro receberam o prémio Nobel da Medicina pela sua descoberta relacionada com a forma como os nossos vasos sanguíneos mantêm uma dilataçãos suficiente para permitir uma boa circulação sanguínea,
  • O óxido nítrico é um gás que ajuda a manter os vasos sanguíneos suficientemente dilatados e que desempenha um papel crucial na fluidificação da circulação sanguínea.

Nessa altura, esta descoberta originou uma certa estupefacção no meio científico pois o óxido nítrico era então conhecido principalmente por ser um poluente do ar formado pela combustão do azoto e que se encontrava nomeadamente nos gases de escape dos veículos automóveis.

Contudo, o óxido nítrico produzido naturalmente no seu corpo não tem evidentemente nada a ver com as consequências nefastas dos gases de escape. Muito pelo contrário. Ao facilitar a circulação sanguínea, o óxido nítrico produzido pelo seu organismo é mesmo essencial para a manutenção da boa saúde do seu sistema cardiovascular.

Para manter o bom funcionamento do seu coração, das suas artérias e de todos os órgãos vitais que constituem o seu sistema cardiovascular, é preciso que o seu corpo produza suficiente óxido nítrico por forma a manter os seus vasos sanguíneos bem dilatados.

  1. É aqui que encontramos a arginina, um aminoácido conhecido desde o final do século XIX, mas cujo papel em favor da protecção do sistema cardiovascular apenas foi compreendido durante os estudos que permitiram a F.
  2. Furchgott, F.
  3. Murad e J.
  4. Ignarro ganhar o prémio Nobel da Medicina em 1998.
  5. A arginina foi por conseguinte identificada como a molécula precursora do óxido nítrico, que é fabricado a partir da decomposição enzimática da arginina.

Se tiver falta de arginina, as suas células endoteliais não conseguirão produzir óxido nítrico em quantidade suficiente, o que levará ao estreitamento dos seus vasos sanguíneos. A sua circulação sanguínea será fortemente contrariada e os seus órgãos vitais serão menos bem irrigados, causando assim todos os tipos de perturbações do seu sistema cardiovascular e aumentando o risco de doença.

• aumenta a vitalidade dos vasos sanguíneos, • desempenha um papel crucial na manutenção de um funcionamento saudável do endotélio vascular (parede dos vasos), • propicia a dilatação dos vasos sanguíneos e a produção de óxido nítrico criada pelo endotélio vascular.

Outras investigações recentes sugerem que a arginina poderia igualmente contribuir para a manutenção do seu sistema imunitário, Uma escassez de arginina poderia na verdade dessensibilizar constituintes importantes dos glóbulos brancos chamados neutrófilos e que desempenham um papel vital na resposta imunitária.

  1. Como para inúmeras outras funções do seu organismo, a actividade da arginina tem tendência para diminuir com o avanço da idade, levando a um abrandamento da sua produção natural de óxido nítrico e, por conseguinte, a um enfraquecimento global do seu sistema cardiovascular.
  2. Com a idade, e independentemente do seu estado de saúde geral, é portanto necessário aumentar o seu nível de arginina para preservar e reforçar a sua saúde cardiovascular.

Como aumentar o seu nível de arginina Para aumentar o seu nível de arginina pode aumentar o seu consumo de alimentos ricos neste aminoácido: carnes vermelhas, aves, peixe, leguminosas, arroz integral, aveia, trigo-mourisco, nozes. Contudo, mesmo com uma alimentação rica em arginina, será difícil saber qual a quantidade deste aminoácido que será efectivamente absorvida pelo seu organismo pois o seu corpo metaboliza-o e elimina-o de forma muito rápida.

É por isso que existem inúmeros suplementos nutricionais de arginina que contribuem para a manutenção de um nível de arginina suficiente para actuar favoravelmente no seu sistema cardiovascular. Tomar arginina nesta forma permite-lhe absorver facilmente as doses necessárias validadas pela investigação científica e que se situam entre 500 mg e 1500 mg de arginina pura por dia.

Se puder, recomendo que tome os seus suplementos várias vezes. Por exemplo, de manhã, ao meio dia e à noite no caso de um suplemento com dose de 500 mg por cápsula, ou seja, 1500 mg por dia. Desta forma, prolongará os efeitos da arginina e aumentará a sua eficácia para o proteger contra as doenças cardiovasculares, graças à sua acção sobre:

• a dilatação dos vasos sanguíneos, • a melhoria da circulação sanguínea no seu corpo, • a manutenção dos níveis de tensão arterial dentro dos valores recomendados, • o reforço global do seu sistema imunitário.

Se tem 50 anos ou mais, aconselho tomar uma dose de 1500 mg por dia, ou seja, 3 cápsulas, para compensar os efeitos do envelhecimento no nível de arginina. Sobretudo se consome poucos alimentos ricos em arginina. Com esta dose, não existem contra-indicações particulares nem efeitos indesejáveis conhecidos.

  1. Se sofre de problemas cardiovasculares e já está a fazer tratamento deve, obviamente, aconselhar-se com o seu médico antes de iniciar uma cura com arginina.
  2. PS : De notar que a arginina é também cada vez mais usada para tratar as disfunções sexuais do homem e da mulher,
  3. Ao dilatar os vasos sanguíneos, o óxido nítrico propicia o afluxo de sangue necessário à erecção.

Num estudo realizado com homens que apresentavam problemas de erecção e um nível fraco de óxido nítrico, a administração de 5 g de arginina por dia permitiu o aumento dos níveis de óxido nítrico nestes homens, tendo-se observado uma melhoria da qualidade da erecção.

Nas mulheres menopáusicas, um estudo leva a pensar que a arginina poderia igualmente ter um efeito estimulante na libido. Estes resultados positivos estariam ligados à acção da arginina e do óxido nítrico na melhoria do afluxo sanguíneo ao nível dos órgãos sexuais. Contudo, seria precisar realizar outras pesquisas para validar de forma inequívoca a utilidade da arginina no tratamento das disfunções sexuais.

Fontes: J. Nutr. October 1, 2004 vol.134 no.10 2748S-2751S Moriguti JC, Ferriolli E, et al. Effects of arginine supplementation on the humoral and innate immune response of older people. Eur J Clin Nutr.2005 Dec;59(12):1362-6. Provinciali M, Montenovo A, et al.Effect of zinc or zinc plus arginine supplementation on antibody titre and lymphocyte subsets after influenza vaccination in elderly subjects: a randomized controlled trial.

Age Ageing.1998 Nov;27(6):715-22. Chen J, Wollman Y, et al. Effect of oral administration of high-dose nitric oxide donor L-arginine in men with organic erectile dysfunction: results of a double-blind, randomized, placebo-controlled study.BJU Int.1999 Feb;83(3):269-73. Klotz T, Mathers MJ, et al. Effectiveness of oral L-arginine in first-line treatment of erectile dysfunction in a controlled crossover study.Urol Int.1999;63(4):220-3.

Meston CM, Worcel M. The effects of yohimbine plus L-arginine glutamate on sexual arousal in postmenopausal women with sexual arousal disorder.Arch Sex Behav.2002 Aug; 31(4): 323-32. Descubra também : Este pequeno aminoácido protege o seu coração e os seus vasos sanguíneos

Quem tem pressão alta pode tomar arginina?

Efeito da administração oral de arginina sobre a pressão arterial e parâmetros cardíacos em ratos submetidos ao bloqueio crônico da síntese de óxido nítrico Artigos Originais • • Já está claramente estabelecido, que a inibição crônica da síntese de óxido nítrico resulta em hipertensão sustentada, remodelamento cardíaco e fibrose.

Além disso, resultados de nosso grupo demonstraram que a suplementação oral com L-arginina foi capaz de aumentar a resistência da musculatura esquelética a fadiga muscular localizada em humanos. O tratamento experimental de ratos com L-NAME é um dos modelos mais comumente utilizados para se induzir hipertensão.

A resposta compensatória esperada contra o aumento da resistência vascular sistêmica seria a hipertrofia ventricular esquerda; entretanto, isso tem sido um ponto bastante controverso na literatura. O objetivo do presente estudo foi verificar os efeitos da inibição do óxido nítrico pela administração oral de L-NAME sobre o tecido cardíaco de ratos e a possível reversão pela L-arginina.

Foram utilizados 30 ratos Wistar machos (250-350g), mantidos em condições de temperatura, luz e umidade controlada, e com água e comida ad libitum. Ao final de quatro semanas, os animais foram sacrificados por inalação de CO2 e os corações foram removidos e imediatamente dissecados, sendo separados átrios e ventrículos, obtendo-se os pesos total e parcial.

Os valores foram corrigidos em função do peso corporal obtido na última semana de tratamento e expressos como índice cardíaco. O L-NAME foi capaz de induzir hipertensão e aumento significativo do duplo produto, porém sem resultados significativos sobre os pesos cardíacos, não sendo observada hipertrofia do órgão.

  1. Os aumentos de pressão arterial e duplo produto foram revertidos pela administração concomitante de arginina, de maneira dependente da dose.
  2. Dados preliminares não publicados demonstraram a reversão da fibrose cardíaca induzida pelo L-NAME, nos animais que receberam tratamento com arginina.
  3. Podemos concluir que a arginina pode vir a ser uma ferramenta valiosa na prevenção da hipertensão e do remodelamento cardíaco, principalmente nos casos relacionados a disfunções vasculares e, ainda, produzindo efeitos adicionais em atividades atléticas.

L-NAME; Arginina; Hipertensão; Ratos Está claramente establecido que la inhibición crónica de la síntesis de óxido nítrico resulta en hipertensión sustentada, remodelación cardiaca y fibrosis. Además de esto, los resultados de nuestro grupo demostraron que el suplemento oral con L-arginina fue capaz de aumentar la resistencia de la musculatura esquelética a la fadiga muscular localizada en humanos.

  • El tratamiento experimental de ratones con L-NAME, es uno de los modelos más utilizado para inducir hipertensión.
  • La respuesta compensatoria esperada contra el aumento de la resistencia vascular sistémica sería la hipertrofia ventricular izquierda, sin embargo, esto ha sido un punto bastante controversial en la literatura.

El objetivo del presente estudio ha sido el de verificar los efectos de la inhibición del óxido nítrico por la administración oral de L-NAME sobre el tejido cardiaco de ratones, y la posible reversión por la L-arginina. Fueron utilizados 30 ratones Wistar machos (250-350g), mantenidos en condiciones de temperatura, luz y humedad controlada, y con agua y comida “ad libitum”.

  • Al final de 4 semanas, los animales fueron sacrificados por inhalación de CO2 y los corazones fueron removidos e inmediatamente disecados, siendo separados atrios y ventrículos, obteniéndose los pesos total y parcial.
  • Los valores fueron corregidos en función del peso corporal obtenido en la última semana de tratamiento y expresados como índice cardiaco.

El L-NAME fue capaz de inducir hipertensión y aumento significativo del doble producto, pero sin resultados significativos sobre los pesos cardiacos, no siendo observada hipertrofia del órgano. Los aumentos de presión arterial y el doble producto fueron revertidos por la administración concomitante de arginina, de manera dependiente de la dosis.

  1. Datos preliminares no publicados demostraron la reversión de fibrosis cardiaca inducida por L-NAME, en los animales que recibieron tratamiento con arginina.
  2. Podemos entonces concluir que la arginina puede venir a ser una herramienta valiosa en la prevención de la hipertensión y de la remodelación cardiaca, principalmente en los casos relacionados a las disfunciones vasculares, y más aún, produciendo efectos adicionales en actividades atléticas.

L-NAME; Arginina; Hipertensión; Ratones It has been clearly established that chronic inhibition of nitric oxide synthesis results in a sustained increase in blood pressure, cardiac remodeling and fibrosis. It was also demonstrated by our group that arginine supplementation was able to increase the skeletal muscle resistance to fatigue, but its mechanism remains uncertain.

The experimental treatment of rats with L-NAME is one of the most common models employed to induce hypertension. The expected compensatory response against increases in systemic vascular resistance would be ventricular hypertrophy. However, the presence of cardiac hypertrophy still controversial. The aim of the present study was to verify the effects of nitric oxide inhibition through oral L-NAME administration on the cardiac tissue of rats, and the possible reversion by L-arginine.

Thirty male Wistar rats (250-350 g) were kept in controlled conditions of temperature, light, humidity, with water and food “ad libitum”. At the end of 4 weeks or treatments the animals were sacrificed by CO2 inhalation and the hearts were removed. Soon after, the hearts were dissected, to separate atria and ventricules, obtaining the total heart weight.

After the retreat of the right ventricule, the remaining part was weighed, to obtain the left ventricular weight (LVW, mg); the difference between the total heart weight and the LVW was considered the right ventricular weight (RVW, mg). These values were corrected in function of the corporal weight obtained in the last week of treatment.

L-NAME was able to induced hypertension and increases in double product but without any heart hypertrophy. The increase arterial pressure and double product were reversed by L-arginine administration in a dose-dependent way. Preliminary findings demonstrated a reversion of heart fibroses induced by L-NAME, after arginine treatment.

  • ARTIGO ORIGINAL
  • Efeito da administração oral de arginina sobre a pressão arterial e parâmetros cardíacos em ratos submetidos ao bloqueio crônico da síntese de óxido nítrico
  • Efecto de la administración oral de arginina sobre la presión arterial y los parámetros cardiacos en ratones sometidos al bloqueo crónico de síntesis de óxido nítrico

Luciano Ramos I ; Rodrigo Labat II ; Flávio Aimbire S. Carvalho III ; Airton Brandão Martin IV ; Rodrigo Álvaro B. Lopes-Martins II

  1. I Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas da Universidade do Vale do Paraíba – UNIVAP – São José dos Campos (SP) – Brasil
  2. II Laboratório de Farmacologia e Fototerapia da Inflamação, Departamento de Farmacologia, Instituto de Ciências Biomédicas, Universidade de São Paulo – São Paulo (SP) – Brasil
  3. III Laboratório de Experimentação Animal – Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento, Universidade do Vale do Paraíba – UNIVAP – São José dos Campos (SP) – Brasil
  4. IV Laboratório de Espectroscopia Vibracional – Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento, Universidade do Vale do Paraíba – UNIVAP – São José dos Campos (SP) – Brasil
  5. Endereço para correspondência
  6. RESUMO
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Já está claramente estabelecido, que a inibição crônica da síntese de óxido nítrico resulta em hipertensão sustentada, remodelamento cardíaco e fibrose. Além disso, resultados de nosso grupo demonstraram que a suplementação oral com L-arginina foi capaz de aumentar a resistência da musculatura esquelética a fadiga muscular localizada em humanos.

  • O tratamento experimental de ratos com L-NAME é um dos modelos mais comumente utilizados para se induzir hipertensão.
  • A resposta compensatória esperada contra o aumento da resistência vascular sistêmica seria a hipertrofia ventricular esquerda; entretanto, isso tem sido um ponto bastante controverso na literatura.

O objetivo do presente estudo foi verificar os efeitos da inibição do óxido nítrico pela administração oral de L-NAME sobre o tecido cardíaco de ratos e a possível reversão pela L-arginina. Foram utilizados 30 ratos Wistar machos (250-350g), mantidos em condições de temperatura, luz e umidade controlada, e com água e comida ad libitum,

  • Ao final de quatro semanas, os animais foram sacrificados por inalação de CO 2 e os corações foram removidos e imediatamente dissecados, sendo separados átrios e ventrículos, obtendo-se os pesos total e parcial.
  • Os valores foram corrigidos em função do peso corporal obtido na última semana de tratamento e expressos como índice cardíaco.

O L-NAME foi capaz de induzir hipertensão e aumento significativo do duplo produto, porém sem resultados significativos sobre os pesos cardíacos, não sendo observada hipertrofia do órgão. Os aumentos de pressão arterial e duplo produto foram revertidos pela administração concomitante de arginina, de maneira dependente da dose.

Dados preliminares não publicados demonstraram a reversão da fibrose cardíaca induzida pelo L-NAME, nos animais que receberam tratamento com arginina. Podemos concluir que a arginina pode vir a ser uma ferramenta valiosa na prevenção da hipertensão e do remodelamento cardíaco, principalmente nos casos relacionados a disfunções vasculares e, ainda, produzindo efeitos adicionais em atividades atléticas.

Palavras-chave: L-NAME. Arginina. Hipertensão. Ratos. RESUMEN Está claramente establecido que la inhibición crónica de la síntesis de óxido nítrico resulta en hipertensión sustentada, remodelación cardiaca y fibrosis. Además de esto, los resultados de nuestro grupo demostraron que el suplemento oral con L-arginina fue capaz de aumentar la resistencia de la musculatura esquelética a la fadiga muscular localizada en humanos.

  • El tratamiento experimental de ratones con L-NAME, es uno de los modelos más utilizado para inducir hipertensión.
  • La respuesta compensatoria esperada contra el aumento de la resistencia vascular sistémica sería la hipertrofia ventricular izquierda, sin embargo, esto ha sido un punto bastante controversial en la literatura.

El objetivo del presente estudio ha sido el de verificar los efectos de la inhibición del óxido nítrico por la administración oral de L-NAME sobre el tejido cardiaco de ratones, y la posible reversión por la L-arginina. Fueron utilizados 30 ratones Wistar machos (250-350g), mantenidos en condiciones de temperatura, luz y humedad controlada, y con agua y comida “ad libitum”.

Al final de 4 semanas, los animales fueron sacrificados por inhalación de CO 2 y los corazones fueron removidos e inmediatamente disecados, siendo separados atrios y ventrículos, obteniéndose los pesos total y parcial. Los valores fueron corregidos en función del peso corporal obtenido en la última semana de tratamiento y expresados como índice cardiaco.

El L-NAME fue capaz de inducir hipertensión y aumento significativo del doble producto, pero sin resultados significativos sobre los pesos cardiacos, no siendo observada hipertrofia del órgano. Los aumentos de presión arterial y el doble producto fueron revertidos por la administración concomitante de arginina, de manera dependiente de la dosis.

  • Datos preliminares no publicados demostraron la reversión de fibrosis cardiaca inducida por L-NAME, en los animales que recibieron tratamiento con arginina.
  • Podemos entonces concluir que la arginina puede venir a ser una herramienta valiosa en la prevención de la hipertensión y de la remodelación cardiaca, principalmente en los casos relacionados a las disfunciones vasculares, y más aún, produciendo efectos adicionales en actividades atléticas.

Palabras-clave: L-NAME. Arginina. Hipertensión. Ratones. INTRODUÇÃO A hipertensão arterial (HA) é considerada como um fator de risco primário para doenças cárdio e cerebrovasculares, podendo ocorrer em todas as idades e em ambos os sexos (1-2), sendo também conhecida como mal silencioso devido à ausência de sinais precoces.

  1. Diversos eventos cárdio e cerebrovasculares possuem relação direta com os níveis pressóricos alterados.
  2. O modelo Framinghan usado para previsão do risco da HA prediz a PAS com um importante fator de risco relacionado na ocorrência de doenças coronarianas significativas (3),
  3. A elevação da pressão arterial (PA) pode causar, entre outras coisas, disfunções e lesões do endotélio vascular com migração de elementos aterogênicos, incluindo LDL, monócitos e macrófagos (4-5),

O endotélio vascular, monocamada de células que reveste os vasos sanguíneos e que separa a corrente circulatória do músculo liso vascular, não constitui simplesmente uma membrana de diálise, mas possui intensa atividade metabólica. Ele está envolvido na síntese e/ou no metabolismo de diversos mediadores endógenos tais como o óxido nítrico, as prostaglandinas e as endotelinas.

Diversas substâncias derivadas do endotélio parecem estar envolvidas na modulação fisiológica do controle local do tônus e do fluxo vascular: a) substâncias vasodilatadoras – o óxido nítrico (NO) e a prostaciclina (PGI 2 ); b) substâncias vasoconstritoras – endotelina e tromboxano A 2, por exemplo.

Estas substâncias, que são, em alguns casos, produzidas continuamente pelas células endoteliais em pequenas quantidades, podem ser liberadas em quantidades bem maiores por estímulos mecânicos e humorais (6), Devido ao aumento do interesse em relação às funções biológicas do NO, centenas de pesquisadores em todo mundo vêm estudando o papel do endotélio vascular no processo de relaxamento do vaso sanguíneo (7,8),

O interesse por esta questão originou-se em uma pesquisa realizada por Furchgott e Zawadzki (8), que demonstraram que o relaxamento vascular induzido por acetilcolina foi dependente do endotélio e evidenciando que o efeito demonstrado era mediado por um fator humoral lábil, mais tarde conhecido como fator de relaxamento derivado do endotélio (EDRF).

Rapoport e Murad (9) sugeriram que o mecanismo EDRF, que causava relaxamento vascular, era mediado pela guanosina monofosfato cíclica (GMP c ). Sete anos após a descoberta do EDRF, Palmer (10) e Ignarro (11), quase simultaneamente, demonstraram que esse fator de relaxamento derivado do endotélio era um radical livre, o NO.

  1. Foi sugerido que o EDRF e o NO eram indistinguíveis na atividade biológica, estabilidade química e suscetibilidade a inibidores ou potencializadores e que ambos tinham sua ação inibida pela hemoglobina e potencializada pela superóxido-dismutase.
  2. Ratos tratados com N-nitro-L-arginina-metil-ester (L-NAME), um potente inibidor da síntese de óxido nítrico (NO), constituem um modelo amplamente utilizado de hipertensão arterial sistêmica (12),

A resposta compensatória ao aumento de pós-carga é a hipertrofia ventricular esquerda. Entretanto, a hipertrofia ventricular esquerda no modelo de L-NAME é controverso. Estudos prévios relataram todo o tipo de resposta cardíaca em animais tratados com L-NAME, desde nenhuma hipertrofia, passando por hipertrofia leve até moderada (13-17),

Por outro lado, também tem sido relatado, tanto em animais quanto em humanos, que a infusão de L-arginina (aminoácido que atua como substrato para a síntese do óxido nítrico) induz melhora significativa na vasodilatação dependente de endotélio, em condições de hipercolesterolemia, sugerindo que a diminuição da disponibilidade do substrato pode ser responsável pela responsividade vascular diminuída, que é observada nestas condições (18-19),

Testes recentes verificaram a possibilidade da suplementação oral de L-arginina, através da dieta, restabelecer, ao menos em parte, a função endotelial. Além disso, a administração oral de L-arginina é capaz de melhorar fatores hemodinâmicos e a capacidade de realizar atividades físicas (20-21),

  • Dados da literatura indicam que a inibição ou a produção deficiente de óxido nítrico no organismo pode ser responsável por uma série de transformações que atuam em sinergia com outros fatores de risco cardiovasculares para a incidência de eventos como AVEs, infartos e vasoespasmos.
  • Por outro lado, a administração oral do aminoácido L-arginina pode constituir uma ferramenta simples e segura para a reversão dos efeitos deletérios da disfunção na produção do óxido nítrico endógeno.

MÉTODOS Foram utilizados 30 ratos machos da linhagem Wistar, adultos jovens, pesando entre 250 e 300g. Os animais foram obtidos do biotério do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP) e mantidos em condições controladas de temperatura, luminosidade e umidade.

  • Grupos experimentais
  • Trinta animais foram aleatoriamente divididos em cinco grupos com seis indivíduos cada, conforme descrito nos protocolos abaixo:
  • Protocolo nº 1: Grupo controle recebeu ração padrão e água fresca.
  • Protocolo nº 2: Grupo tratado com 60mg/kg diárias de L-NAME em um volume de 0,5ml durante 28 dias.
  • Protocolo nº 3: Grupo tratado com 60mg/kg diárias de L-NAME e 10mg/kg diárias de L-arginina durante 28 dias.
  • Protocolo nº 4: Grupo tratado com 60mg/kg diárias de L-NAME e 30mg/kg diárias de L-arginina durante 28 dias.
  • Protocolo nº 5: Grupo tratado com 60mg/kg diárias de L-NAME e 100mg/kg diárias de L-arginina durante 28 dias.
  • Procedimento cirúrgico e parâmetros hemodinâmicos

Para a realização da verificação dos valores pressórios e freqüência cardíaca, os ratos foram anestesiados com tiletamina + zolazepam (40mg/kg 1 ), administrados intraperitonealmente (i.p); a anestesia foi complementada por uma outra injeção via intraperitoneal de 15mg/kg de tiletamina + zolazepam antes do período controle, e quando necessário.

  1. Os ratos foram traqueostomizados, intubados com um tubo de polietileno e imobilizados com brometo de pancurônio (1mg/kg iv), com doses suplementares de 1mg/kg quando necessário.
  2. Os animais foram ventilados artificialmente por um respirador mecânico ( Ugo Basile 7052, volume corrente de 2ml/kg, e freqüência respiratória de 75 ciclos/min); a veia jugular direita foi cateterizada para permitir as injeções intravenosas de brometo de pancurônio.

A pressão arterial foi continuamente monitorada através de um cateter colocado na artéria carótida esquerda e conectado a um transdutor de pressão arterial ( Ugo Basile ), ligado a um fisiógrafo Gemini 7070 ( Ugo Basile ). A pressão arterial pulsátil (sistólica e diastólica) foi obtida diretamente do registro pressórico e a pressão arterial média calculada pela fórmula PAM = (pressão sistólica – pressão diastólica)/3 + pressão diastólica; a freqüência cardíaca foi avaliada a cada cinco minutos pela contagem dos batimentos cardíacos, diretamente do registro, aumentando-se a velocidade do registrador.

  1. Duplo produto
  2. O índice do duplo produto foi utilizado como indicador indireto do trabalho cardíaco, calculado pela fórmula: DP = pressão sistólica x freqüência cardíaca.
  3. Protocolo de eutanásia
  4. Após a verificação dos valores de pressão arterial e freqüência cardíaca dos animais de todos os grupos, ao final de quatro semanas, os animais foram submetidos ao protocolo de eutanásia, que consiste em 0,1ml de cloridrato de xilazina + 0,1ml de cloridrato de ketamina injetados intraperitonealmente e, após o efeito anestésico, os animais foram colocados em uma câmara mortuária e sacrificados por inalação de CO 2,
  5. Avaliação dos pesos cardíacos

Após o sacrifício dos animais, os corações foram removidos para posterior análise. Estes foram lavados com solução salina (0,9%, p/v) para a remoção de coágulos. Em seguida, os corações foram dissecados, os átrios removidos e os ventrículos pesados, obtendo-se dessa forma o peso cardíaco total (PCT, mg).

Após a retirada do ventrículo direito, o tecido remanescente foi pesado, obtendo-se assim o peso ventricular esquerdo (PVE, mg), e pela diferença entre o peso cardíaco total e o peso ventricular esquerdo se dá o peso ventricular direito (PVD, mg). Esses valores foram corrigidos em função do peso corpóreo obtido na última semana de tratamento, e dessa forma, foram finalmente expressos como peso cardíaco relativo (PCR = PCT/peso corpóreo, mg/g), índice do peso ventricular esquerdo (IPVE = PVE/peso corpóreo, mg/g) e o índice do peso ventricular direito (IPVD = PVD/peso corpóreo mg/g).

Análise estatística Os resultados foram expressos como média ± erro padrão da média. A análise de variância (ANOVA) para medidas repetidas foi aplicada para avaliar diferenças no peso corporal e na pressão arterial e ANOVA de uma via será usada para comparar os pesos cardíacos.

RESULTADOS Avaliação do efeito da L-arginina de forma preventiva na elevação dos níveis pressóricos induzida por L-NAME O representa os valores da pressão arterial sistólica em ratos nos diferentes grupos. Podemos observar a elevação da pressão arterial sistólica nos animais tratados com L-NAME, que apresentaram aumento estatisticamente significativo quando comparados com o grupo controle (controle (82 ± 4) versus L-NAME (134 ± 5), L-NAME + L-arginina (10mg) (119 ± 8) e L-NAME + L-arginina (30mg) (119,1 ± 6) L-NAME + L-arginina (100mg) (100 ± 2).

O representa a pressão arterial diastólica em ratos nos diferentes grupos. Podemos observar que a pressão arterial diastólica apresentou aumento estatisticamente significativo quando comparado com o grupo controle (63 ± 5mm Hg); L-NAME (118 ± 5mm Hg), L-NAME + L-arginina (10mg) (110 ± 8), L-NAME + L-arginina (30mg) (97 ± 6mm Hg); L-NAME + L-arginina (100mg) (81 ± 3).

  • O demonstra a pressão arterial média em ratos nos diferentes grupos.
  • Podemos observar que a pressão arterial média apresentou aumento estatisticamente significativo quando comparado com o grupo controle (controle (77 ± 4); L-NAME (130 ± 4); L-NAME + L-arginina (10mg) (117 ± 8); L-NAME + L-arginina (30mg) (114 ± 6); L-NAME + L-arginina (100mg) (97 ± 2).

Avaliação do efeito da L-arginina de forma preventiva no processo de aumento do trabalho cardíaco (duplo produto) induzido pelo L-NAME No podemos observar o duplo produto (indicador de trabalho cardíaco e consumo de oxigênio pelo miocárdio) em ratos nos diferentes grupos.

  • Ao compararmos o grupo L-NAME (36 ± 2) em relação ao grupo L-NAME + L-arginina (10mg) (23 ± 3), podemos observar redução significativa do duplo produto nos grupos que receberam o aminoácido L-arginina, o mesmo acontecendo ao grupo L-NAME + L-arginina (100mg) (21 ± 2).
  • Avaliação do efeito da L-arginina de forma preventiva sobre os pesos cardíacos total e parciais, após os tratamentos com L-NAME e L-arginina
  • No podemos observar que o peso cardíaco total em ratos apresentou decréscimo significativo em todos os grupos tratados, quando comparados com o grupo controle.
  • No podemos observar que o peso do ventrículo esquerdo não apresentou alterações estatisticamente significativas em todos os grupos tratados, quando comparados com o grupo controle.
  • No também podemos observar que o peso cardíaco relativo não apresentou alterações significativas após os tratamentos, quando comparados com o grupo controle.
  • DISCUSSÃO
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Através da descoberta na qual os inibidores da NO-sintase aumentam a atividade vasoconstritora in vitro, pesquisadores postularam a hipótese na qual essa inibição poderia induzir a hipertensão in vivo. De fato, com a administração crônica de inibidores da NO-sintase, é possível a indução de um efeito pressor de longa duração que se demonstra dependente da dose (28-34),

  • De acordo com o trabalho realizado por Ribeiro et al.
  • 13), a administração na forma oral de um análogo da L-arginina, o L-NAME em ratos Wistar por quatro a seis semanas, induz hipertensão severa e progressiva, vasoconstrição e disfunção renal.
  • Segundo os mesmos autores, com uma semana de inibição, a hipertensão pode ser parcialmente revertida por suplementação de altas doses de L-arginina.

Outro trabalho mostrando o efeito hipotensor da L-arginina foi realizado por Wong e Marsden (28), em que os autores investigaram o efeito da administração oral de L-arginina na pressão arterial e em alguns parâmetros metabólicos e de coagulação em 6 sujeitos saudáveis, por um período de uma semana.

  1. Os resultados indicaram que um moderado aumento da concentração da L-arginina plasmática reduz significativamente a pressão arterial.
  2. Um estudo realizado por Hambrechet et al.
  3. 29) associou a atividade física diária com suplementação oral de L-arginina na dose de 8g diários em pacientes com doenças cardíacas crônicas e chegaram à conclusão de que tanto a atividade física regular como a utilização da L-arginina melhoram as propriedades vasodilatadoras do endotélio e a associação de ambas as intervenções podem melhorar a vasodilatação dependente do endotélio.

Clarkson et al. (30), em estudo utilizando a suplementação oral da L-arginina, demonstraram que os níveis plasmáticos de L-arginina aumentaram após sua ingestão, assim como a vasodilatação dependente de endotélio. Ainda nessa linha, estudos de nosso grupo com voluntários sadios demonstraram que a suplementação oral de L-arginina foi capaz de aumentar a resistência muscular à fadiga, avaliada através de dinamometria isocinética.

Efeito este supostamente atribuído a melhora da circulação local nos membros envolvidos no esforço físico realizado (21), Esses resultados demonstraram a efetividade da suplementação oral com o aminoácido L-arginina em humanos, provavelmente através de um mecanismo de melhora da vasodilatação na musculatura esquelética induzida durante o esforço, e conseqüentemente uma melhor adaptação da demanda de sangue e retardo da fadiga muscular localizada.

O aumento da resistência vascular sistêmica ou mesmo localizada é capaz de induzir um aumento compensatório da liberação local do NO que se contrapõe à vasoconstrição, revelando um importante mecanismo fisiológico de regulação do tônus vasomotor e, conseqüentemente, da resistência vascular e pressão arterial.

Quando ocorre uma falha na liberação basal ou mesmo estimulada de NO, pode ocorrer o aumento da resistência vascular e, por conseguinte, da pressão arterial. A administração do inibidor da NO-sintase utilizado no presente estudo determinou a elevação da pressão arterial sistêmica, assim como do trabalho cardíaco, avaliado indiretamente pelo cálculo do duplo produto.

Como seria normal para um músculo que trabalha contra uma resistência aumentada, demonstrada pelo aumento observado do duplo produto, esperaríamos também um aumento de massa muscular cardíaca, mesmo em um curto período de quatro semanas de tratamento.

O duplo produto, podendo ser chamado também de MTTS ( Modificated Tension Time Index ), é considerado como um importante parâmetro metabólico que auxilia no cálculo estimado do consumo máximo de oxigênio do miocárdio. O duplo produto é um parâmetro que permite estabelecer uma correlação linear entre o produto da freqüência cardíaca e a pressão arterial sistólica máxima (PASmax), com o consumo de oxigênio do miocárdio (31),

No entanto, este aumento de pressão arterial não foi acompanhado por um aumento da massa cardíaca total e nem mesmo do ventrículo esquerdo, no período analisado. Por outro lado, análises preliminares (não demonstradas neste trabalho) indicam aumento significativo de fibrose intersticial difusa, a qual foi revertida pela administração de L-arginina.

Estes resultados estão de acordo com aqueles encontrados por Rossi et al. (18), que também não observaram hipertrofia cardíaca ou ventricular esquerda, porém com aumento de fibrose intersticial. O modelo experimental de HA com L-NAME provoca uma fibrose (perivascular e intersticial reparativa) e uma desorganização do músculo cardíaco aparentemente mais intensas do que aquelas observadas no modelo renovascular (32),

Alguns resultados encontrados na literatura sugerem que as lesões miocárdicas em animais que foram submetidos ao L-NAME não seriam devidas exclusivamente a HA, mas estariam associadas, principalmente, com a inibição crônica da síntese do óxido nítrico e a lesão do endotélio vascular (32-34),

Na HA decorrente da administração de L-NAME, o aumento da demanda metabólica miocárdica resultante ocorre concomitantemente com o estreitamento dos microvasos, hipertrofia e necrose de miócitos. Além disso, a produção local de angiotensina II, endotelinas e/ou catecolaminas relacionadas à HA representam papéis importantes na necrose miocárdica e fibrose (34),

Tomados em conjunto, os dados apresentados sugerem uma real eficácia da administração oral do aminoácido L-arginina na reversão dos efeitos cardiovasculares induzidos pela inibição da enzima NO-sintase. Além disso, podemos sugerir que a L-arginina possa ser utilizada futuramente como um agente de prevenção de risco cardiovascular, assim como na melhora da performance atlética, ou ainda mais, na vigência de protocolos de reabilitação cardíaca ou prevenção de risco cardiovascular em pacientes pós-infarto ou hipertensos.

  1. AGRADECIMENTOS
  2. Os autores agradecem a FAPESP processos 01/03027-1 e 01/14384-8 e ao CNPQ processo 302393/2003-0, que tornaram possível a realização deste trabalho.
  • Endereço para correspondência: Rodrigo Álvaro Brandão Lopes Martins Ph.D. Laboratório de Farmacologia e Fototerapia da Inflamação Departamento de Farmacologia, Instituto de Ciências Biomédicas Universidade de São Paulo Av. Lineu Prestes, 1.524, Cidade Universitária 05508-900 – São Paulo, SP
  • Recebido em 30/9/05. Segunda versão recebida em 5/12/05. Aceito em 24/4/06. Todos os autores declararam não haver qualquer potencial conflito de interesses referente a este artigo.

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    Endereço para correspondência: Rodrigo Álvaro Brandão Lopes Martins Ph.D. Laboratório de Farmacologia e Fototerapia da Inflamação Departamento de Farmacologia, Instituto de Ciências Biomédicas Universidade de São Paulo Av. Lineu Prestes, 1.524, Cidade Universitária 05508-900 – São Paulo, SP E-mail: [email protected]

    • Publicação nesta coleção 12 Jun 2007
    • Data do Fascículo Ago 2006
    • Aceito 21 Abr 2006
    • Recebido 05 Dez 2005

    : Efeito da administração oral de arginina sobre a pressão arterial e parâmetros cardíacos em ratos submetidos ao bloqueio crônico da síntese de óxido nítrico

    Quanto tempo dura o efeito da arginina?

    Homepage Pergunte Ao Especialista Depois De Quanto Tempo De Uso Reforgan Começa Fazer Efeito?

    1 respostas Depois de quanto tempo de uso Reforgan começa fazer efeito? Bom dia! O princípio ativo do Reforgan, é a L-arginina, e que pode ser usada durante o uso de dietas restritivas. O tempo para sentir os efeitos da medicação pode várias de alguns dias até 2 semanas. Espero ter ajudado!

    Quanto tempo leva para a arginina fazer efeito?

    A arginina é conhecida por potencializar a responsividade do GH. Estudos prévios demonstraram um aumento na concentração sérica de GH aproximadamente entre 30 e 60 minutos após a administração exógena de L- arginina, seja ela de forma oral ou IV (2,16,17,22).

    Qual a contra indicação de arginina?

    Pessoas com infecções virais como herpes não devem tomar suplementos de Arginina, que poderia estimular a multiplicação de certos vírus. Mulheres grávidas e em fase de amamentação também devem evitar suplementos de Arginina. Pessoas com esquizofrenia devem evitar o uso de mais de 30 mg/dia.

    Quem não pode tomar L-arginina?

    Não há muitos efeitos colaterais a curto prazo gerados pela suplementação com L-arginina, porém, se for consumida de maneira errônea, alguns efeitos negativos poderão surgir. Contudo, esse suplemento é contraindicado para diabéticos, pessoas com problemas cardíacos, mulheres grávidas ou amamentando.